Comprar na planta costuma ter preço de lançamento menor e condições de pagamento facilitadas durante a obra. Só compensa, porém, se a construtora e o contrato forem sólidos. Veja como funcionam as formas de pagar e o que avaliar antes de assinar.
Na compra na planta você fecha negócio com a construtora antes de o prédio ficar pronto. O que muda de um empreendimento para outro é como você paga e como financia: há lançamentos financiados pelo banco desde o início, outros com parcelamento direto com a construtora e outros com repasse bancário só na entrega. Mais abaixo explicamos cada caminho.
Alguns lançamentos têm unidades que se enquadram no Minha Casa Minha Vida, dependendo do valor do imóvel e da sua renda familiar.
Alguns empreendimentos têm parceria com a Caixa e podem ser financiados desde a planta. Você assina o financiamento no início e o banco libera o dinheiro à construtora conforme a obra avança. Durante a obra, em geral, você paga só os encargos sobre o valor já liberado, e a parcela cheia começa depois da entrega, conforme as regras do banco e do contrato. Isso só vale para empreendimentos aprovados pelo banco, e por isso conferimos antes de você se encantar por um projeto.
Aqui a própria construtora monta o fluxo de pagamento, sem banco no começo. Um exemplo comum em lançamentos de Santa Maria: 10% de entrada, reforços anuais de 10% durante 3 ou 4 anos, 10% nas chaves e o restante dividido em 120 ou 132 parcelas mensais. Cada construtora tem o seu fluxo, e as parcelas costumam ser corrigidas por um índice previsto em contrato. Vale comparar o custo total desse parcelamento com o de um financiamento bancário.
Você paga a entrada à construtora durante a obra e, quando sai o habite-se, financia o saldo em um banco (repasse). Nessa modalidade, sua renda e seu crédito serão analisados no momento da entrega.
Em qualquer dos três caminhos, o FGTS pode ser usado em muitos casos, conforme as regras do banco e do contrato. Para entender juros, requisitos e modalidades, veja nosso guia de financiamento imobiliário em Santa Maria.
Por isso a escolha da construtora pesa mais do que o desconto de lançamento.
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Muitos investidores usam a compra na planta de forma planejada: durante a obra, quem paga é o comprador, no fluxo combinado. Depois da entrega, o imóvel pode ser alugado, e o aluguel ajuda a cobrir as parcelas que restam, seja a do banco ou as 120 ou 132 parcelas do fluxo direto com a construtora.
A estratégia só funciona se a conta fechar. Antes de decidir, confira:
Valorização é possível, mas não é garantida. Ninguém deve comprar contando apenas com o aluguel de um imóvel que ainda não existe.
Regiões com alta procura por locação, como o Centro, perto da UFN, costumam ser as mais avaliadas para essa estratégia. Veja mais em investir em imóveis em Santa Maria.
Se você precisa mudar em menos de um ano, um imóvel pronto costuma ser a escolha mais segura.
Os imóveis na planta são a especialidade do Ricardo. Ele compara os lançamentos de Santa Maria, negocia condições com as construtoras e acompanha você até o repasse. A Kamila, com a formação de engenheira civil, avalia o que está sendo prometido no memorial e na planta. Juntos, simulamos o financiamento da entrega antes de você assinar, para não ter surpresa no final.
Vale a pena comprar imóvel na planta em Santa Maria?
Depende do seu prazo e da construtora. Se você pode esperar a entrega e escolher uma construtora com histórico de obras entregues no prazo, a planta costuma ter preço de lançamento menor e entrada parcelada. Se precisa de uma moradia rápida, um imóvel pronto é mais seguro.
Posso usar o FGTS em imóvel na planta?
Em muitos casos, sim. O FGTS pode ser usado na entrada e na amortização, conforme as regras do banco e do tipo de contrato. Conferimos o seu caso na simulação gratuita.
O que acontece se a obra atrasar?
O contrato define o prazo de entrega e a tolerância, que costuma ser de até 180 dias. Passado esse período, a lei permite ao comprador desistir com devolução dos valores pagos ou manter o contrato e receber indenização pelo atraso, conforme as regras previstas.
Como saber se a construtora é confiável?
Pesquise obras entregues e prazos cumpridos, converse com quem já comprou, confira o registro da incorporação no cartório e pergunte se a obra tem patrimônio de afetação. Podemos ajudar a levantar essas informações.
Dá para financiar um imóvel na planta com o banco desde o início?
Em alguns empreendimentos, sim. Quando há parceria com a Caixa, o financiamento pode ser feito desde a planta, com o banco liberando o dinheiro conforme a obra avança. Nem todo lançamento tem essa opção, e conferimos isso para você.
Quanto preciso ter de entrada para comprar na planta?
Varia por empreendimento. Em fluxos diretos com a construtora, é comum uma entrada de uma parte do valor (por exemplo, 10%) seguida de reforços anuais, parcela nas chaves e o restante parcelado. Na simulação, mostramos quanto você precisa ter hoje e ao longo da obra.
O Ricardo compara os empreendimentos, lê o contrato com você e simula o financiamento da entrega antes de você assinar.